Pai adotivo é suspeito de engravidar menina de 11 anos no Rio Grande do Sul

PORTO ALEGRE ¿ Um pedreiro de 51 anos é acusado de ter estuprado e engravidado a filha adotiva de 11 anos no município de Iraí, norte do Estado do Rio Grande do Sul. De acordo com a polícia, a menina está no sétimo mês de gestação e foi internada há uma semana em um hospital da cidade vizinha de Tenente Portela porque a gravidez é considerada de alto risco.

Redação |

Segundo o titular da delegacia de Iraí, Antônio Maieron, o caso começou a ser investigado em dezembro do ano passado quando a mãe adotiva da menina, de 53 anos, a levou ao médico, desconfiada de que a criança estivesse grávida. A gestação foi confirmada pelos exames e o caso foi repassado para a polícia.

Ainda de acordo com o delegado, no mesmo mês em que a denúncia foi registrada, o pedreiro acusado pelo estupro foi embora de Iraí. Durante o depoimento, a garota de 11 anos contou que teve relações sexuais com o pai por três vezes desde julho do ano passado.

Em fevereiro deste ano, o pedreiro reapareceu na cidade e confessou ter tido relação sexual com a filha adotiva, mas disse que isso somente aconteceu porque a menina tomou a iniciativa. O pai da garota relatou que chegou em casa embriagado, ela estava sozinha e quando acordou estava ao lado da menina.

O pedreiro foi ouvido e liberado. Ele e a esposa se separaram depois que ela descobriu os abusos sexuais. A menina de 11 anos é sobrinha da mãe adotiva, que cuida dela desde os seis meses de idade. Ela pegou a menina para criar porque a mãe biológica não tinha condições financeiras, no entanto, a adoção não foi registrada legalmente. Segundo a mãe adotiva, ela não tem mais contato com a mãe biológica da criança.

O inquérito foi finalizado pela Polícia Civil no final de fevereiro e enviado ao Ministério Público. O delegado Antônio Maieron pediu a prisão preventiva de 30 dias do pedreiro, que foi indiciado pelo crime de estupro, mediante violência presumida. A Justiça ainda não se manifestou sobre o pedido de prisão.

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