PAC ajuda a enfrentar crise internacional, diz Dilma

BRASÍLIA - A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta quarta-feira, ao final de sua apresentação do balanço de dois anos do PAC, que o programa é um dos principais instrumentos anticrise que o governo possui, pois, apesar de ter sido lançado antes da crise, o PAC estaria ajudando o País a enfrentá-la. ¿Fizemos um apelo aos ministros, governadores, prefeitos e ao setor privado para antecipar o máximo possível as obras do PAC¿, disse.

Carollina Andrade e Severino Motta, Santafé Idéias |

No balanço desta quarta, o governo anunciou a conclusão de 270 ações, sendo 124 ações dos eixos de Logística e Social-urbano e 146 na área energética. O total representa 11% de todos os projetos do programa.

Entre as principais ações de Logística a serem executadas estão a terceira etapa das concessões rodoviárias, a construção do trecho Sul da Ferrovia Norte-Sul, da Ferrovia Integração Oeste-Leste (BA) e do Trem de Alta Velocidade, unindo Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, além da dragagem e ampliação de portos.

No setor energético serão destaques a exploração e produção de petróleo e gás na camada Pré-Sal e a implantação de refinarias premium do Maranhão, Rio Grande do Norte e Ceará. No eixo Social e Urbano, as novidades são obras de drenagem e recursos hídricos.

Segundo a ministra, o Brasil está mais preparado para enfrentar a crise financeira internacional que teve origem nas economias desenvolvidas do Hemisfério Norte. O governo não quebrou e nem precisou recorrer ao FMI [Fundo Monetário Internacional]. Ele está agindo no sentido de minimizar os seus efeitos, garantindo um nível maior de demandas, reforçou a ministra.

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