Meia da seleção é uma das personalidade que têm participado de debate sobre futuro do Estado. Votação é no dia 11 de dezembro

Paulo Henrique Ganso disputa bola em partida do Santos, em maio deste ano
AE
Paulo Henrique Ganso disputa bola em partida do Santos, em maio deste ano
O meia da seleção brasileira e do Santos, Paulo Henrique Ganso, e o lateral-direito da equipe paulista, Marcos Rogério Lopes, o Pará, doaram camisas autografadas da equipe para ajudar na arrecadação de fundos da campanha contra a divisão do Pará. O plebiscito que discutirá a criação ou não dos Estados de Carajás e Tapajós será realizado dia 11 de dezembro.

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Além das camisas, a comissão pelo Pará unido também já conseguiu doação de outros equipamentos esportivos dos jogadores do Santos. A data do leilão ainda não foi definida nem o valor mínimo dos itens doados por Ganso e Pará. Além de doar equipamentos esportivos, os dois gravarão mensagens contrárias à divisão do Pará.

Cada frente terá direito a gastar, no máximo, R$ 10 milhões. Do lado separatista, as campanhas de arrecadação de fundos incluem leilão de gado, bingos e doações de empresários e políticos a favor da divisão do Estado.

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Até o momento, cada frente concentra as suas campanhas nas suas “bases eleitorais”. Os separatistas, nas cidades que querem a emancipação; os não separatistas, na região metropolitana de Belém e cidades vizinhas. No próximo dia 11 de novembro começa a campanha do plebiscito paraense em rádio e na televisão. A partir da propaganda gratuita, os separatistas querem ganhar terreno em Belém e os não separatistas, nas cidades dos possíveis Estados de Carajás e Tapajós.

Pela proposta, o Pará será o menor dos três Estados surgidos da separação
Reprodução
Pela proposta, o Pará será o menor dos três Estados surgidos da separação

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