Órgão autoriza demolição de prédios em Congonhas

Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico de São Paulo libera Infraero para realizar obras de expansão de terminal

AE |

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O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico de São Paulo (Conpresp) autorizou a demolição dos 15 prédios que ficam no antigo terreno da Vasp, no Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista. Com isso, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) fica livre para realizar obras de expansão no aeroporto. A empresa ainda não tem projeto definido para a ampliação.

A autorização era necessária porque Congonhas está em processo de tombamento pelo órgão municipal desde 2004, o que "congela" o aeroporto diante de quaisquer propostas de alteração de infraestrutura. A Infraero pediu a demolição dos prédios - que incluem hangares, edifícios administrativos e oficinas de aviões - para dar fim à ociosidade de uma área de 170 mil metros quadrados, equivalente a quase um Estádio do Maracanã. O terreno já foi da Vasp - a Infraero conseguiu judicialmente a posse, mas não podia operá-lo por causa do tombamento.

Segundo a estatal, as mudanças a serem feitas no terreno ampliam a infraestrutura operacional do aeroporto - mais espaço para as aeronaves taxiarem ou até pernoitarem em Congonhas, evitando congestionamentos no pátio em horários de pico, principalmente pela manhã.

Também é possível que a nova torre de controle do aeroporto, orçada em R$ 14,8 milhões e com 40 metros de altura, seja construída naquele espaço. A torre vai garantir aos controladores de voo maior visibilidade das pistas e mais segurança nos pousos e decolagens. Segundo a Infraero, a obra tem conclusão prevista ainda para o primeiro semestre deste ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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