Ordenada prisão de acusado de matar diretor de Bangu 3

RIO DE JANEIRO - O juiz da Vara Criminal de Bangu, Alexandre Abraão, decretou nesta quinta-feira a prisão do traficante foragido Luís Cláudio Corrêa, o Claudinho, acusado pela polícia de ter contratado os pistoleiros para assassinar o diretor da penitenciária de segurança máxima Gabriel Ferreira Castilho (Bangu 3), o tenente-coronel da Polícia Militar (PM), José Roberto do Amaral Lourenço, fuzilado na zona oeste do Rio de Janeiro.

Agência Estado |

De acordo com a denúncia, Claudinho seguia ordens dos traficantes presos Aldair Marlon Duarte, o Aldair da Mangueira , Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, e Ronaldo Pinto Lima e Silva, o Ronaldinho Tabajara.

Lourenço, de 41 anos, foi assassinado no dia 16 quando ia para a o trabalho. Os criminosos, que ocupavam dois veículos, dispararam mais de 60 tiros contra o carro do diretor, que estava sem escolta.

Nada foi roubado. Em Bangu 3, ele cuidava do setor que abriga cerca de 450 presos, entre eles os 55 encarcerados na galeria B7, considerados o segundo escalão na hierarquia do Comando Vermelho.

A morte do diretor de Bangu 3 gerou um grande debate em relação à segurança dos policiais que atuam nos presídios do Rio de Janeiro. Informações colhidas por deputados estaduais fluminenses indicam que o tenente-coronel já andava sem escolta há três meses, o que permitiu a aritulação da ação pelos traficantes.  

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