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Oposição no PR cobra compromisso público de Richa

Juntamente com o apelo para que os eleitores curitibanos concedam mais 20 dias de discussão sobre a cidade, com a realização de um segundo turno, a oposição em Curitiba tem cobrado do prefeito e candidato à reeleição pelo PSDB, Beto Richa, um compromisso público de que não vai deixar a prefeitura em março de 2010 para se candidatar ao governo do Estado. A população precisa de alguém que se comprometa com Curitiba pelos próximos quatro anos, tem exigido a candidata da coligação Curitiba Para Todos (PT-PHS-PSC-PTC-PRB-PMN), Gleisi Hoffmann.

Agência Estado |

A candidata, que aparece em segundo lugar nas pesquisas, mas com uma vantagem ainda confortável para Richa, lembrou que, em São Paulo, em 2004, o então candidato à prefeitura José Serra (PSDB) chegou a registrar em cartório que não deixaria o cargo para disputar o governo em 2006. Mas acabou se candidatando e vencendo.

O candidato do PMDB, Carlos Moreira, também tocou na mesma tecla. "Se o curitibano se deixar levar por pesquisas e pela propaganda milionária, o atual prefeito irá achar que tem um passaporte para o governo do Estado e irá permanecer na prefeitura por apenas um ano e meio", disse. "É preciso discutir agora se é isso que o curitibano quer, para que não se vote em um e tenhamos outro administrando a cidade."

Pelo lado da coligação que apóia Richa - "Curitiba O Trabalho Continua" (PSDB-PDT-PPS-PSB-DEM-PSL-PTN-PP-PR-PRP-PSDC) -, o assunto é tratado em "banho-maria", com a justificativa de que 2010 somente será discutido no devido tempo. Mas essa prudência leva em conta os interesses de todos os partidos que estão na campanha, entre eles o PDT, que tem o senador Osmar Dias declaradamente candidato ao governo.

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