Operação prende suspeitos de desviar verbas de grupo contra o câncer

Verbas que foram desviadas eram destinadas ao tratamento de pacientes atendidos no Hospital Araújo Jorge, em Goiás

AE |

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Mais duas pessoas foram presas durante a Operação Biópsia, subindo para oito o número de suspeitos de desviar verbas da Associação de Combate ao Câncer de Goiás (ACCG). As verbas eram destinadas ao tratamento de pacientes atendidos no Hospital Araújo Jorge. 

Outra ação: Presos 3 em ação contra desvio de remédio em São Paulo e Rio

As prisões mais recentes ocorreram nesta segunda-feira e as outras na sexta-feira. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) não descarta novas solicitações ao Judiciário. Segundo o Ministério Público Estadual, três juízes diferentes analisaram os pedidos e argumentos do MP e concederam todos os mandados solicitados na operação. 

Os dois novos detidos foram ouvidos pelos promotores do Gaeco, antes de serem encaminhados para a Casa de Prisão Provisória. O tipo de suspeita e os nomes não serão divulgados, por enquanto, para não prejudicar o andamento das investigações. 

A Operação Biópsia envolve também promotores e servidores do Centro de Segurança e Inteligência Institucional (CSI) do MP-GO, com apoio do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar. A investigação criminal foi instaurada pelo Gaeco, há cerca de seis meses, visando apurar fortes indícios de irregularidades em relação à ACCG.

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