OMS avalia vacinas produzidas no Brasil

BRASÍLIA - A Organização Mundial de Saúde (OMS) irá avaliar a qualidade, segurança e eficácia das vacinas produzidas no Brasil. A entidade quer saber quais desses produtos poderão ser utilizados para abastecer os países da América Latina, África e outros que estejam passando por situações de emergência ou calamidade.

Redação |

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A cada quatro ou cinco anos, técnicos da OMS fazem essa avaliação para determinar quais vacinas poderão ser compradas pela Organização das Nações Unidas (ONU). 

Serão avaliadas as ações da Anvisa, do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, e do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz.

A pré-qualificação da autoridade reguladora do País (Anvisa), é pré-requisito para que os produtores nacionais possam qualificar seus produtos junto à OMS. Na América Latina e no Caribe somente a Anvisa e a autoridade sanitária de Cuba (CECMED) são qualificadas pela OMS.

Para o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, o processo de reavaliação do sistema nacional de vigilância sanitária de vacinas ocorre num contexto político importante. O procedimento vem ao encontro da prioridade definida pelo Programa Mais Saúde, que é o fortalecimento do complexo industrial da saúde, com priorização para a produção de vacinas, afirmou.

Caso as autoridades sanitárias sejam aprovadas, a próxima etapa irá consistir na reavaliação dos laboratórios nacionais. No Brasil, atualmente, tanto Biomanguinhos como o Instituto Butantã já possuem vacinas pré-qualificadas pela OMS.

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