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O que é rinoconjuntivite alérgica?

O que é rinoconjuntivite alérgica? Por Maria Teresinha Soares Rocha Malheiros* A primavera é a época de maior incidência de rinoconjuntivite alérgica, uma mistura de rinite com conjuntivite que resulta da inflamação da mucosa do nariz e da mucosa dos olhos. Difícil de prevenir, a rinoconjuntivite se intensifica na estação das flores, por conta do aumento da presença de pólen no ar.

Agência Estado |

A doença se caracteriza por espirros freqüentes, obstrução nasal, coceira no nariz e nos olhos, lacrimejamento e inchaço das pálpebras. Geralmente de origem genética, tem sintomas parecidos com o de um resfriado, mas não causa febre, cansaço ou mal-estar.

Não existe cura para este ou outros tipos de alergias, sendo possível apenas controlar os sintomas. Entretanto, se bem orientado e tratado, o paciente pode não apresentar nenhum tipo de reação. O tratamento para a rinoconjutivite inclui os colírios antialérgicos e os medicamentos antialérgicos ministrados por via oral, o que deve ser feito sempre com o auxílio de um especialista.

Na infância, observa-se que o sexo masculino é mais afetado pela alergia. Na fase adulta, a incidência é a mesma em ambos os sexos. O problema pode ser identificado nos primeiros anos de vida, mas em geral ganha força com o avanço da idade. As crianças com sintomas mais intensos podem apresentar distúrbio do sono, irritabilidade e até perda de rendimento escolar.

Além da rinoconjuntivite alérgica primaveril, provocada por pólens das flores, árvores e gramíneas, é freqüente em cidades com pouca distribuição de flores a rinoconjuntivite alérgica persistente, que ocorre durante o ano todo. Neste caso, os fatores que causam os sintomas com mais freqüência são:
ácaros, presença de animais domésticos e fungos. Poluição, fumaça de cigarro e até produtos de limpeza e higiene também ajudam a piorar o problema.

Muitas vezes, apenas cuidados ambientais já evitam a manifestação dos sintomas da rinoconjuntivite alérgica persistente. Medidas simples em casa podem diminuir a presença de agentes alergênicos e irritantes. Algumas delas são retirar do ambiente os objetos que possam acumular pó, como carpete, tapetes, cortinas e brinquedos de pelúcia; revestir colchões e travesseiros com capas específicas para alérgicos; evitar que o alérgico permaneça no local durante a limpeza do ambiente e, caso ele realize a limpeza, utilizar máscara protetora; e evitar a presença de animais de estimação no mesmo ambiente do alérgico.

*Maria Teresinha Soares Rocha Malheiros é alergista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, de São Paulo (SP).

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