A prisão de sete suspeitos nas primeiras quarenta e oito horas após o assassinato do senador Olavo Pires (PTB-RO), em 16 de outubro de 1990, apontava para o rápido desfecho de um caso que, 18 anos e quatro meses depois, porém, tornou-se um flagrante exemplo de impunidade.

O histórico das investigações do crime se caracteriza por jogo de empurra, versões contraditórias, três mortes misteriosas de testemunhas, omissão do Senado e falta de competência do Estado para revelar e punir os culpados. Quase duas décadas depois, ninguém responde a processo na Justiça pela morte do senador.

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