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Novo superintendente da PF no Rio promete enfrentamento, prisões e apreensões

RIO DE JANEIRO - O novo superintendente da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro, o delegado Ângelo Fernandes Gioia, tomou posse na manhã de desta quinta-feira (11) enfatizando que vai dar continuidade ao trabalho desenvolvido pela gestão anterior, com ¿enfrentamento, prisões e apreensões¿. Ele substitui o delegado Valdinho Jacinto Caetano, que assumiu a Corregedoria-Geral da Polícia Federal, em Brasília.

Agência Brasil |

Vamos continuar apreendendo drogas e armas. Não se pode imaginar polícia sem enfrentamento. Precisamos de mecanismos que protejam nossos policiais, mas o enfrentamento é inevitável. Polícia que não prende e não apreende não é polícia, afirmou ele, durante a solenidade.

Gioia, que é formado em direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e desde o ano passado trabalhava no comando da Superintendência da PF em Pernambuco, disse que fará mudanças em algumas chefias, mas não quis adiantar os nomes que deverão ser anunciados a partir da próxima semana. Isso é natural quando há troca em qualquer administração, comentou.

O novo superintendente da PF no Rio também destacou que o processo de integração de esforços entre a Polícia Federal e as forças estaduais de segurança no combate à criminalidade continuará sendo intensificado.

Ele informou que, com esse objetivo, foi inaugurado também na manhã de hoje um centro de inteligência na sede da superintendência da PF, que vai contar, em operações pontuais, com efetivo de outros órgãos de segurança para agilizar a troca de informações e viabilizar ações conjuntas.

Isso já vem acontecendo, mas agora vamos ter uma estrutura física melhor. Isso torna a polícia mais eficiente para [dar] resposta mais imediata, ressaltou Gioia, sem dar mais detalhes sobre o funcionamento do setor, alegando questões de segurança.

O diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, participou da cerimônia de posse e também destacou a importância do intercâmbio de informações e de logística entre as forças de segurança federal e estadual no combate à criminalidade no Rio de Janeiro.

Essa integração vai desde fatos mais complexos até os mais simples. Há algum tempo, por exemplo, a Polícia Civil precisaria ir ao Nordeste em busca de alguém, [hoje] recorre à Polícia Federal. Com o conhecimento que se produz aqui [no Rio de Janeiro], a droga ou a arma é interceptada em Foz do Iguaçu e em outras áreas, destacou.

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