Negociação impede contratações em AL, diz Vilela

O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) disse hoje que a negociação da dívida pública de Alagoas com a União, que passa de R$ 6 bilhões, impede que o Estado contrate novos servidores nesse momento. Por isso, estão suspensas as contratações no serviço público que comprometam a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Agência Estado |

Segundo Vilela, "todo cuidado é pouco, quando o Estado está em processo de negociação da sua dívida pública".

Ele negou que o Estado esteja contratando mil policiais militares, já aprovados em concurso e na reserva técnica, para fazer frente à greve dos agentes penitenciários, que vem se arrastando desde início de junho. No final de semana, a visita aos presos do complexo penitenciário de Maceió só foi possível com a intervenção dos policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Os agentes penitenciários protestaram contra a invasão dos presídios por forças do Bope. O presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas, Jorabas de Sousa, disse que o uso dos militares em substituição aos agentes penitenciários viola a lei de greve, garantida pela Constituição. O governo reagiu, contra-argumentando que a greve é ilegal. Os grevistas reivindicam melhores condições de trabalho, reajuste salarial e pagamento do adicional noturno.

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