Nas ruas de São Paulo faltam vagas especiais

Mesmo quase dobrando o número de vagas de estacionamento para pessoas com deficiência nos últimos três anos, a cidade de São Paulo mantém cerca de um terço da quantidade prevista na legislação. A Lei 10.

Agência Estado |

098/00 - regulamentada por um decreto de 2004 - determina que 2% do total de vagas nas ruas sejam reservadas para essas pessoas. Como a capital tem 32.112 locais de estacionamento, 642 deveriam ser exclusivos para esse fim. No entanto, há somente 241 - 0,7% do total. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) afirma que está aumentando o número de opções, em áreas que adotam Zona Azul, por exemplo.

De acordo com a companhia, as vagas são criadas perto de hospitais e clínicas e em locais de grande movimentação, como o Fórum João Mendes, na região central. Os cidadãos também podem solicitar a instalação diretamente à CET. Entre 2005 e 2008, o número de vagas exclusivas no Município aumentou 94%, passando de 124 para as atuais 241. Foram criadas em média 39 por ano, mas o ritmo é considerado lento e seriam necessários dez anos para se adequar à legislação - isso se não aumentassem as demais vagas.

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em Brasília, editou no fim do ano passado uma resolução para definir como as vagas especiais devem ser sinalizadas e também a identificação dos carros que podem ocupá-las. Dessa forma, as identificações serão válidas em todo o País. Os órgãos responsáveis nos Estados e municípios terão até o final do ano para se adequarem às normas nacionais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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