Um Mutirão Carcerário no Rio de Janeiro analisou 8.026 processos e concedeu 4.

027 benefícios, como progressão de pena, visita periódica aos parentes e trabalho fora do presídio para presos de 22 presídios do Estado. As análises começaram em 1º de outubro, com a formação de um polo de trabalho formado cinco juízes, sete defensores públicos, cinco promotores de Justiça e cerca de 100 servidores do Tribunal de Justiça.

Amanhã, em cerimônia no Instituto Penal Plácido Sá Carvalho, serão inaugurados terminais de autoatendimento dentro dos presídios. Esses terminais vão possibilitar que os presos acompanhem seus processos de dentro das unidades prisionais.

Será também lançado o Projeto Começar de Novo, do Conselho Nacional de Justiça, que tem o objetivo de ressocializar os presos e promover sua inserção no mercado de trabalho.

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