Museu reconta Holocausto para evitar repetição da tragédia

Museu reconta Holocausto para evitar repetição da tragédia Por Luciana Alvarez Jerusalém, 25 (AE) - Holocausto - Criado para manter viva a memória do Holocausto e impedir que a tragédia se repita, o Museu Yad Vashem conta a mesma terrível história do massacre de um povo que está nos livros sobre a 2ª Guerra Mundial. Mas de forma muito particular.

Agência Estado |

Pelos corredores estreitos e salas escuras, a impessoal cifra de 6 milhões de judeus mortos durante aqueles anos tristes ganha humanidade em relatos dramáticos, acompanhados de nomes e sobrenomes, de pessoas que sofreram na pele os horrores do nazismo.

Reforma - O Yad Vashem foi criado pelo Parlamento em 1953. Em 2005, uma reforma e ampliação foi a forma de responder à gradual morte dos sobreviventes do Holocausto e à consequente queda de interesse pelo tema. Dessa forma, o museu, que também abriga um centro de documentação, narra as histórias de quem não pode mais contá-las.

Homenagens - Na entrada, árvores receberam os nomes de pessoas que lutaram para salvar os judeus do extermínio. Como a brasileira Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, mulher do escritor. Funcionária do consulado brasileiro, ela conseguiu vistos irregulares e trouxe para o País cerca de cem famílias.

Nazismo - Dentro do prédio triangular, com apenas uma entrada de luz no topo, a progressão do nazismo - propaganda ideológica, guetos, câmaras de gás - é narrada sob o ponto de vista das vítimas.


Mirante - O fim da guerra e a criação do Estado de Israel são as últimas etapas. A visita acaba em um mirante com uma linda vista de Jerusalém: o Yad Vashem foi construído sobre o Monte da Recordação.

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