Mulher se acorrenta para exigir tratamento para o filho

A professora Viviane de Oliveira passou dois dias acorrentada à grade de proteção do prédio do Fórum Central de Porto Alegre para exigir que o Instituto de Previdência do Rio Grande do Sul (IPE) preste toda a assistência que um de seus filhos, de dois anos, precisa no tratamento doméstico de hidrocefalia, doença que provoca crescimento da cabeça por aumento do volume de liquor e das cavidades do cérebro. O menino passou quatro meses internado num hospital e está em condições de seguir o tratamento em casa, desde que consiga um respirador e seja assistido por enfermeiros.

Agência Estado |

Por determinação da Justiça, o IPE disponibilizou o aparelho e os serviços de enfermagem por seis horas diárias. A família entende que necessita de atendimento por 24 horas e pediu revisão da decisão judicial.

Como recebeu a promessa de que terá uma resposta na segunda-feira, Viviane suspendeu o protesto no início da noite de hoje.

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