Mulher morre com suspeita de dengue hemorrágica em São Paulo

SÃO PAULO - A faxineira Sônia Aparecida Krepschi Dias, de 48 anos, morreu no fim de semana em Araras (169 km de SP) com suspeita de dengue hemorrágica. A família acusa o hospital onde ela estava internada de não ter dado tratamento adequado e disse que vai aguardar os resultados do exame do Instituto Adolfo Lutz para decidir se tomará providência.

Agência Estado |

Fomos tratados com descaso, afirmou uma cunhada de Sônia, a técnica em enfermagem Cláudia Cristina Olivério Krepschi, de 38 anos.

Um boletim de ocorrência registra duas causas suspeitas para a morte da faxineira - dengue hemorrágica e pneumonia. A reportagem tentou contato com a diretoria do hospital, mas, de acordo com funcionários, não havia diretores no local.

Cláudia disse que sua cunhada passou mal no último dia 15, quando sentiu fortes dores no corpo. No dia seguinte, a faxineira acordou com febre e procurou um posto do Programa Saúde da Família próximo ao conjunto habitacional onde morava.

O médico disse que os sintomas eram de gripe ou dengue simples, afirmou Cláudia. No mesmo dia, ela foi levada a um hospital municipal, onde a suspeita continuou sendo dengue. No dia 19, Sônia procurou outro hospital e foi internada.

Sônia morreu por volta das 23 horas de sábado. A cunhada informou ainda que a Vigilância Epidemiológica de Araras não havia sido notificada pelo hospital da suspeita de dengue. Representantes da Secretaria Municipal da Saúde não foram localizados para falar sobre o caso. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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