Mulher é solta após ser mantida refém durante 3 horas no Guarujá

SÃO PAULO - A auxiliar de enfermagem Lilian Croche, de 29 anos, foi solta após ser mantida refém durante 3 horas na Praia da Enseada, no Guarujá, litoral paulista, nesta sexta-feira. De acordo com os policiais, o sequestrador disparou quatro tiros - um em sua própria cabeça e os outros três em policiais que negociavam o seqüestro. Ele foi encaminhado ao Hospital Santo Amaro, em Pitangueiras, no centro da cidade, mas não resistiu e morreu.

Redação com agências |

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Mulher é feita refém

A vítima e os policiais não sofreram nenhum ferimento com os disparos. Segundo informações da Polícia Militar, Lilian aparentava estar grávida.

De acordo com a PM, Lilian estava na areia da praia, à beira da água, quando um homem que fugia de um assalto se aproximou e apontou um revólver sob sua cabeça. Posteriormente, eles informaram que o homem fumava um cigarro de maconha quando viu policiais se aproximando e fez a mulher refém.

A auxiliar de enfermagem trabalha no Hospital São Luiz, na capital paulista, e mora em Santo André, na Grande São Paulo. Ela estava em férias com o marido e um filho de 8 anos no Guarujá há dois dias, e pretendia voltar ao ABC neste domingo, 3. Os pais de Lilian, que moram em Mauá, foram para o Guarujá após saberem do seqüestro.

Segundo o capitão do Corpo de Bombeiros Wagner Silvério de Souza, foram acionados dois carros de resgate e cerca de 40 policiais foram mobilizados para fazer as negociações. A rua Miguel Estefano, que dá acesso à praia da Enseada, foi bloqueada para ajudar o trabalho dos policiais.

*Com informações da Agência Estado

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