MST recorre contra prisão de militantes

O Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo pode decidir hoje o futuro dos sete integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) presos desde o final de janeiro, acusados de depredar uma fazenda de laranjas da Cutrale. Advogados do movimento entraram com habeas corpus em favor dos acusados.

Agência Estado |

Eles tiveram a prisão preventiva decretada na quinta-feira passada pela juíza Ana Lúcia Aiello Garcia, da 1ª Vara Criminal de Lençóis Paulista.

Entre os militantes presos estão o ex-prefeito de Iaras, Edilson Granjeiro Xavier (PT), a vereadora Rosemeire de Almeida Serpa (PT), da mesma cidade, e o marido dela, Miguel da Luz Serpa, um dos coordenadores estaduais do MST. A prisão preventiva foi estendida a outros 13 acusados, que estão foragidos. De acordo com o advogado Nílcio Costa, da Rede Nacional de Advogados Populares, o habeas corpus foi protocolado próximo do encerramento do expediente da corte paulista. Como o processo envolve réus presos, o recurso tem prioridade de julgamento.

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