MST nega participação em protestos na Estrada de Carajás

BELÉM - O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) afirmaram, nesta quinta-feira, que sua coordenação paraense não realizou protesto contra a mineradora Vale nesta quarta-feira, como divulgou a empresa, nem participa da organização do acampamento montado às margens da Estrada de Ferro Carajás (EFC).

Redação |

Segundo o MST, o acampamento é do Movimento dos Trabalhadores e Garimpeiros na Mineração (MTM), que fazem defendem os direitos dos garimpeiros. Os próprios operários da Vale e das empresas terceirizadas estariam em protesto pelo pagamento de uma multa de R$ 109 milhões por danos morais aos operários das mais de 100 empresas terceirizadas da Vale. A sentença foi dada pelo Juiz Federal da 8ª Vara do Trabalho de Parauapebas, Jhonathas Santos Andrade.

A Vale, no entanto, declara que soube pela polícia que o protesto está sendo organizado por representantes dos dois movimentos. Como o MTM "é um movimento regional e menos conhecido", o MST foi o único mencionado nas declarações da empresa contra a manifestação, diz a assessoria.

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