O promotor do Grupo de Atuação Especial Regional para Prevenção e Repressão ao Crime Organizado (Gaerco), de Campinas, Gaspar Pereira Silva Júnior, encaminhou ao Fórum de Porto Ferreira, na região de Ribeirão Preto (SP), a sua conclusão sobre a investigação do assassinato do jornalista Luiz Carlos Barbon Filho, ocorrido em 5 de maio do ano passado. Para ele, cinco homens estão envolvidos no caso: quatro policiais militares e um comerciante.

Agora, os advogados dos acusados podem fazer a defesa e, se a tese do promotor não for contestada, o caso seguirá à Justiça, que decidirá se os suspeitos irão ou não a júri popular. Para o promotor Silva Júnior, durante a investigação foram reunidas várias provas, de testemunhas, além de laudos e até de interceptações telefônicas que comprovariam as suspeitas contra os acusados, que estão presos.

Barbon Filho tinha atuação polêmica na imprensa de Porto Ferreira, fazendo denúncias contra policias militares - inclusive à Corregedoria -, empresários e políticos. O jornalista foi assassinado por dois homens armados, que estavam numa moto, em frente de um bar, no centro de Porto Ferreira. Ele foi atingido por dois tiros.

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