Em parecer ao Tribunal Regional Federal (TRF), o procurador regional da República Marcelo Moscogliato opinou pelo atendimento a pedidos de habeas-corpus para executivos da Camargo Corrêa que tiveram prisão preventiva decretada na Operação Castelo de Areia sob suspeita de envolvimento em evasão e lavagem de dinheiro. “Não há notícia de antecedentes criminais deles”, disse.

A operação foi deflagrada em março pela Polícia Federal (PF). O juiz da 6ª Vara Federal, Fausto De Sanctis, ordenou a prisão preventiva de sete investigados e a temporária de outros três. Todos foram soltos menos de 72 horas depois. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo .

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