MP tenta impedir manifestação dos professores na Paulista nesta sexta

SÃO PAULO - O Ministério Público (MP) entrou com uma ação judicial nesta quinta-feira para tentar impedir que os protestos dos professores da rede estadual prejudiquem a circulação da população na cidade de São Paulo. Os promotores de Justiça de Habitação e Urbanismo querem que a Justiça obrigue o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) e Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas), a realizar as concentrações não mais em vias públicas, mas em praças. Nas últimas três semanas, os professores protestaram em vias movimentadas, como a avenida Paulista e a rua da Consolação.

Redação |

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Professores na avenida Paulista na última sexta

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Polícia Militar orientam os grevistas para, caso a via pública seja utilizada, que somente uma faixa das ruas seja ocupada, garantindo a passagem de ônibus, automóveis e veículos de socorro (ambulâncias, Corpo de Bombeiros e viaturas policiais). De acordo com a assessoria, o MP não quer impedir os protestos, e sim garantir o direito de circulação da população.

Sindicato confirma mais um protesto

Nesta sexta-feira, os professores se reúnem novamente às 14 horas no vão do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, na região central de São Paulo. Eles irão definir a continuidade ou não da paralisação.

A greve começou porque a categoria quer um reajuste que eleve seu piso salarial a R$ 2 mil e a revogação de um decreto que limita transferências de professores entre escolas e institui uma prova anual para seleção de temporários.

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