O Ministério Público Federal (MPF) está processando dois ex-prefeitos de Rio Maria, no Pará, por improbidade administrativa. Um dos acusados é Gisvaldo Gratão, presidente da Câmara de Vereadores, preso na semana passada por suposto envolvimento com o assassinato do adversário político Argemiro Gomes durante a campanha eleitoral de 2008.

O processo inclui outro ex-prefeito do município, Eurico Paes Cândido Júnior, e quatro sócios da empresa Millenium Engenharia Ltda., todos acusados de má aplicação dos recursos de dois convênios feitos com a Fundação Nacional de Saúde, que também estão sendo processados. No total, a prefeitura recebeu e repassou à Millenium mais de R$ 1 milhão para execução do sistema de abastecimento de água do município e para a construção de 120 banheiros domiciliares. Como as obras não foram concluídas, para o MPF houve malversação de recursos públicos.

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