MP apresenta parecer contra soltura de Adriana Villela

Documento é encaminhado a desembargador, que rejeitou pedido de reconsideração de Habeas Corpus; caso será analisado pelo TJDFT

Fred Raposo, iG Brasília |

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apresentou parecer contrário à soltura de Adriana Villela, apontada pela polícia como principal suspeita do triplo homicídio da 113 Sul, que no sábado completou um ano ainda sem solução .

O parecer da procuradora Marinita Maria da Silva foi entregue na última sexta-feira ao desembargador Romão Cícero, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), relator do processo. O MPDFT não revelou o motivo de ter negado o pedido da defesa de Adriana, alegando que o processo corre sob segredo de Justiça.

Anteriormente, o desembargador negou o pedido de Habeas Corpus dos advogados de Adriana. Ele também recusou a reconsideração da liminar, alegando que o processo teria que voltar para o MPDFT, o que adiaria ainda mais o julgamento. O mérito do caso está previsto para ser julgado na próxima quinta-feira, a partir de 13h30, pela Primeira Turma Criminal do TJDFT.

Adriana, de 46 anos, é filha do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, 73 anos, de sua mulher, Maria Carvalho Mendes Villela, 69 anos, e da empregada do casal, Francisca Nascimento da Silva, 58 anos. Os três foram mortos a facadas no apartamento da família, no Bloco C da 113 Sul, em 28 de agosto do ano passado.

Ela é a única das cinco pessoas - detidas há duas semanas pela polícia, acusadas de atrapalhar as investigações - a continuar atrás das grades. Adriana está sendo mantida no Presídio Feminino do Gama.

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