A Argentina anunciou ontem mais 17 mortes por gripe suína, elevando o total de óbitos para pelo menos 43 no país, o mais atingido pelo vírus A/H1N1 no Hemisfério Sul. O ministro da Saúde, Juan Manzur, disse que entre 43 e 44 mortes ligadas ao vírus foram confirmadas, um salto significante em comparação com os 26 óbitos reportados pelo ministério na última sexta-feira (24).

A Argentina ultrapassou o Canadá como o país com o terceiro maior número de mortes por gripe suína, depois dos Estados Unidos com 127 óbitos registrados e o México, onde a epidemia foi descoberta pela primeira vez neste ano, com 116 mortes.

A Organização Mundial da Saúde (OMC) declarou a doença como pandemia em junho, e no seu último comunicado, divulgado ontem, disse que 332 pessoas morreram por causa do vírus e 77,201 estão infectadas no mundo todo.

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