Morre em São Paulo vítima de explosão no Conjunto Nacional

SÃO PAULO - Um dos feridos após uma explosão na parte externa do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo, Santo Galli Sobrinho, de 51 anos, morreu na madrugada desta quinta-feira no Hospital das Clínicas.

Agência Estado |

Simone Oliveira/Internauta iG
Explosão causou tumulto na região
De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, Sobrinho morreu por conta de um quadro infeccioso provocado pelas queimaduras. Ele sofreu queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus em 60% do corpo.

A explosão aconteceu no último dia 22, quando Sobrinho e Rildo Elias Soares, de 39 anos, realizavam a manutenção do aparelho de ar-condicionado da academia Bio Ritmo, no segundo andar do edifício. Soares continua internado na Unidade de Terapia Intensiva em estado grave. Ele sofreu queimaduras em 15% do corpo e teve fratura exposta na perna direita. No dia do incidente, ele foi submetido a uma cirurgia na perna e teve uma piora no quadro clínico.

O edifício

Projetado pelo arquiteto David Libeskind e inaugurado no final dos anos 1950, o Conjunto Nacional ocupa toda a quadra delimitada pela avenida Paulista, a rua Augusta, a alameda Santos e a rua Padre João Manoel.

O prédio é, ao mesmo tempo, comercial e residencial, e abriga lojas de roupas, farmácias, agências bancárias, livrarias, cinema, entre outros estabelecimentos comerciais de pequeno, médio e grande porte, além de 47 apartamentos residenciais.

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