Morre aos 78 anos o escritor chileno Alfonso Calderón

Santiago do Chile, 8 ago (EFE).- O escritor chileno Alfonso Calderón, Prêmio Nacional de Literatura em 1998, morreu hoje aos 78 anos por causa de um infarto, informa a imprensa local.

EFE |

O corpo do crítico e cronista, que era membro da Academia Chilena da Língua desde 1981, será velado na Universidade Diego Portais, em Santiago, a partir desta tarde, e será cremado na segunda-feira.

Calderón, pai da poetisa Teresa Calderón, foi subdiretor da Biblioteca Nacional em meados dos anos 90, dirigiu a revista "Mapocho" e trabalhou como crítico nas revistas "Ercilla", "Hoy" e "Apsi".

Nascido em 1930 em San Fernando, 140 quilômetros ao sul de Santiago, Calderón conservou sempre o costume de escrever em seu diário, que levou a uma série de livros, o primeiro deles intitulado "La Valija de Rimbaud" (A Maleta de Rimbaud).

Dentro de suas obras mais importantes, estão seus livros de poesia "Primer consejo a los arcángeles del viento" (Primeiro conselho aos arcanjos do vento), de 1949; "El país jubiloso" (O país jubiloso), de 1958; "Isla de los bienaventurados" (Ilha dos bem-aventurados), de 1973, e "Poemas para clavecín" (Poemas para cravo), de 1978, assim como o romance "Toca esa rumba, don Azpiazu" (Toca essa rumba, dom Azpiazu), de 1970. EFE frf/an

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