Moradores de favela incendiada deixam prédio na zona oeste de São Paulo

SÃO PAULO - As famílias que ocuparam nesta segunda-feira o prédio de um conjunto da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, desocuparam o local no início da noite.

Agência Estado |

Por meio de um cadastramento, a Prefeitura da capital paulista deve identificar e dar auxílio aos integrantes do grupo que moravam na Favela Diogo Pires, destruída por um incêndio na noite de domingo .

De acordo com o Corpo de Bombeiros, apenas 5% da área de dois mil metros quadrados da favela escapou de ser atingida pelas chamas, que destruíram ontem mais de cem barracos. Ainda segundo a corporação, não houve vítimas. As causas do fogo são desconhecidas.

Vagner Campos / Futura Press
Moradores tentam recuperar pertences após a liberação dos bombeiros

Cinco pessoas sofreram intoxicação pela fumaça e foram encaminhadas, de ambulância, para um hospital da região. Outras se feriram levemente por quedas enquanto corriam para fora dos barracos. Uma indústria química que fica ao lado da favela teve de ser isolada pelos bombeiros por causa do risco de explosões.

As causas do fogo, que começou por volta das 17 horas e só foi controlado 3 horas depois, são desconhecidas - moradores alegam que ocorreu curto-circuito em uma fiação.

AE

Famílias recebem doação de roupas

Doações

A Secretaria Municipal de Assistência Social da capital paulista cadastrou 232 famílias desabrigadas afetadas pelo incêndio que atingiu no fim da tarde de domingo a favela Diogo Pires, no bairro do Jaguaré, zona oeste de São Paulo.

A secretaria informou que já foram distribuídos 694 cobertores, 644 cestas básicas e 644 colchões para os desabrigados pelo incêndio.

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