Ministério Público do RJ expõe peças arqueológicas encontradas durante reforma

RIO DE JANEIRO - As peças arqueológicas encontradas durante obras no prédio do Ministério Público do Rio de Janeiro foram expostas na tarde desta segunda-feira, durante uma palestra com a professora do Museu Nacional/UFRJ Tania Andrade Lima.

Redação |

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O sítio arqueológico foi encontrado durante a construção de uma garagem subterrânea no prédio das Procuradorias de Justiça, em dezembro de 2007. Desde então, a professora Tania Andrade Lima coordenou o projeto de monitoramento arqueológico das obras.

Foram achados parte de um muro de contenção da Praia de Santa Luíza, construída provavelmente no século 19, vestígios de residências e utensílios cotidianos do Morro do Castelo, que foi desmontado em 1920.

- Divulgação
Peça do achado arqueológico

Também foram encontrados ossadas humanas do antigo cemitério da Misericórdia e grande quantidade de ossos de animais do velho matadouro do Rio de Janeiro, que ficava próximo ao local.

O Morro do Castelo foi o primeiro local de ocupação do Rio de Janeiro. Foi neste local que Mem de Sá, sobrinho de Estácio de Sá, construiu os primeiros prédio públicos da cidade, como a escola dos jesuítas, o convento, a cadeia pública. O conjunto das construções dava a ideia de um castelo, por isso o nome do morro.

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Utensílios domésticos encontrados

As edificações feitas por Mem de Sá foram demolidas em 1920, por ordem do prefeito Carlos Sampaio e do presidente da República Epitácio Pessoa.

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