O Ministério da Saúde divulgou, na noite de hoje, uma nota em que manifesta pesar pela confirmação da morte do técnico da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) João de Abreu Filho, em decorrência do acidente ocorrido na última quinta-feira, 29, com a aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira, na Amazônia. No texto, o ministério também se solidariza com os familiares da vítima e destaca a importância do trabalho que vinha sendo desempenhado por João de Abreu Filho e seus colegas de equipe: o atendimento à população em áreas remotas e de difícil acesso.

A parceria com a FAB também foi ressaltada pelo ministério por levar saúde de qualidade a áreas onde só é possível chegar por meio de pequenas aeronaves ou barcos.

A seguir, a íntegra da nota:

"O Ministério da Saúde manifesta pesar e consternação com a confirmação, neste sábado (31), da morte do técnico da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) João de Abreu Filho, em decorrência do acidente ocorrido na última quinta-feira (29) com a aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira, na Amazônia.

Ao mesmo tempo em que se solidariza com familiares e amigos da vítima, o Ministério da Saúde reconhece a extrema importância para a saúde pública brasileira da missão que vinha sendo desempenhada por João de Abreu Filho e seus colegas de equipe: o atendimento à população em áreas remotas e de difícil acesso.

Os seis técnicos de enfermagem e a enfermeira que embarcaram no C98, a serviço da Funasa, trabalhavam na Operação Gota, cujo objetivo é vacinar índios em mais de 40 aldeias no Vale do Javari. Eles já estavam há 15 dias em atividade na região.

Acompanhamos os esforços que vêm sendo empreendidos pelo Comando da Aeronáutica nas buscas pelo ocupante da aeronave ainda desaparecido. Temos convicção de que o resgate dos nove sobreviventes e do corpo de João de Abreu Filho é resultado do competente trabalho que vem sendo feito pelas equipes do Salvaero, da FAB.

Sem a participação dos colaboradores da Funasa e da excepcional parceria com as Forças Armadas, que nos possibilita levar saúde de qualidade a áreas onde só é possível chegar por meio de pequenas aeronaves ou barcos, comprometeríamos de forma significativa a capacidade de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades em saúde."

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