Ministério: 251 empresas adotam trabalho similar a escravo

Atualização foram incluídos 48 empregadores e excluídos outros cinco, que preencheram os requisitos necessários para a exclusão

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou nesta sexta-feira o Cadastro de Empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condição análoga à de escravo. O documento passa a listar 251 infratores, entre pessoas físicas e jurídicas. Nessa atualização foram incluídos 48 empregadores e excluídos outros cinco, que preencheram os requisitos necessários para a exclusão. 

Segundo o chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo do MTE, Guilherme Moreira, as principais causas da manutenção do nome no cadastro são a não quitação das multas, a reincidência na prática do ilícito e ações em trâmite no Poder Judiciário. 

No período que estão com o nome no cadastro, os empregadores não recebem financiamentos com recursos públicos. Além disso, o setor privado tem implementado, por meio do Pacto Nacional, medidas restritivas de relacionamento comercial com empregadores que constam da lista, tornando-o um instrumento utilizado pelo Governo Federal para erradicação do trabalho escravo no país.

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