Minc descarta imposto para preservação da Amazônia

A criação de um imposto, nos moldes da extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), para financiar a preservação da Amazônia foi descartada hoje pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Ontem, em audiência pública, o governador de Rondônia, Ivo Cassol (sem partido), sugeriu o novo imposto, com alíquota de 0,05%.

Agência Estado |

Para o ministro, segundo a Agência Brasil, o ideal é que os Estados e a União trabalhem juntos, com a utilização de batalhões e bombeiros florestais para coibir os danos ao meio ambiente. "Acho, sim, que poderíamos usar fundos como o Fundo Amazônia, que vai arrecadar US$ 900 milhões. Desse fundo, sairiam recursos para os estados melhorarem a preservação e não mais novos impostos, porque ninguém agüenta." De acordo com o ministro, o fundo será criado em um mês e contará com dinheiro doado por outros países.

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