Microcamp nega usar nome de ONG para oferecer bolsas

O presidente da Microcamp, Eloy Tuffi, afirmou ontem ter apurado que nenhuma unidade da rede ligou para estudantes dizendo ser da organização não-governamental (ONG) Educa São Paulo. O presidente da Educa São Paulo, Devanir Amâncio, denunciou que o nome de sua entidade estava sendo usado pela rede de escolas de informática e idiomas para oferecer bolsas de estudo.

Agência Estado |

No entanto, ao fazer a matrícula na Microcamp, o contemplado era avisado de que a bolsa era parcial e deveria desembolsar, em média, R$ 300 pelo curso.

Tuffi informou ter recebido uma denúncia semelhante, mas, nesse caso, o endereço informado era de uma outra escola. Segundo ele, a vítima fez confusão entre os nomes das empresas. O presidente da Microcamp também esclareceu que o site www.educasaopaulo.com.br foi feito por um professor da empresa em Campinas, mas não tem relação oficial com a rede de escolas. "O professor fez um projeto e oferece cursos gratuitos por conta dele", afirmou. O site fornecia o endereço de uma das unidades da Microcamp.

Amâncio protocolou na Câmara Municipal de São Paulo um pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a venda de cursos da Microcamp. O trabalho principal da Educa São Paulo é a criação de bibliotecas comunitárias para populações carentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo .

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