Segundo a Suapi, Myriam Priscilla Rezende de Castro não voltou do expediente no dia 28 de janeiro; advogado dela nega

Condenada a seis anos de prisão no regime semiaberto por ter mandado cortar o pênis do ex-noivo, a médica Myriam Priscilla Rezende de Castro, 34, está foragida, de acordo com a Suapi-MG, Subsecretaria de Administração Prisional do Estado de Minas Gerais.

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Myriam Priscilla Rezende de Castro já afirmou em diversas entrevistas que não cometeu o crime
Arquivo pessoal
Myriam Priscilla Rezende de Castro já afirmou em diversas entrevistas que não cometeu o crime

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A urologista tinha autorização judicial para trabalhar fora do complexo penitenciário Estevão Pinto, em Belo Horizonte, onde cumpre pena, mas não voltou à unidade no dia 28 de janeiro. A subsecretaria anunciou ter lançado a fuga da detenta no Infopen, Sistema de Informações Penitenciárias.

De acordo com informe divulgado pela Suapi, "ela pode ser presa a qualquer momento pelas polícias". Ela estava presa desde abril de 2014. O advogado da mineira, Giovanni Toledo, classificou a nota como "irresponsável".

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Segundo ele, a presa, que está grávida e cuja gestação é de risco, foi internada na tarde do dia 28 e ele afirma ter comunicado o juiz do caso sobre o ocorrido. Toledo afirma que ela está com pressão alta, anemia grave e dilatação precoce do útero.

O caso

Myriam ficou conhecida em 2014 pelo crime que cometeu em 2002. Ela foi a julgamento e acabou condenada a seis anos de prisão, cumpridos desde o dia 2 de abril do ano passado. Ela cometeu o crime porque o homem terminou o relacionamento três dias antes do casamento.

Segundo testemunhas, dois homens imobilizaram a vítima no apartamento dela e cortaram o pênis dele com uma faca. Antes do crime, a médica teria incendiado o carro e o apartamento do ex.

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