Metrô de SP amplia centros de compras em estações

Na capital do consumo e dos shoppings (são 51 apenas na cidade de São Paulo) não soa estranho mais um desses centros de compras embaixo da terra. Foi o que ocorreu no metrô de São Paulo de dez anos para cá.

Agência Estado |

Nesse período, a empresa diversificou seus serviços e deixou de ser apenas uma companhia que oferece transporte público sobre trilhos. Hoje existem 351 lojas e quiosques comerciais espalhados em suas 55 estações.

Esse número é mais de duas vezes o tamanho do Shopping Santa Cruz, que dispõe de 132 estabelecimentos, e mais do que o Shopping Tatuapé, que conta com 300 lojas. Com a expansão do comércio no metrô da capital paulista já é possível comprar quase tudo embaixo da terra, entre uma viagem e outra de trem. De alimentos, remédios, presentes, calçados e livros a peças de vestuário. “Fizemos uma pesquisa que confirmou a satisfação dos usuários com esses serviços e com a comodidade”, afirma José Yasbek, gerente de Novos Negócios do Metrô.

E a comparação com os shoppings tradicionais não fica só no tamanho. O faturamento do Metrô hoje nessa área também se equipara ao dos shoppings. Quando inaugurado, o Santa Cruz pretendia faturar R$ 168 milhões/ano. Cifras próximas a essa (R$ 120 milhões) estão nos planos do Metrô para fechar o próximo ano. A quantia virá do aluguel dos pontos comerciais e, principalmente, da venda de anúncios publicitários. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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