Metrô de São Paulo pode adotar gestão usada em Nova York

SÃO PAULO - O Metrô de São Paulo pode adotar em breve alguns métodos de gestão do sistema de Nova York. O governador José Serra (PSDB) e o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, estão nos Estados Unidos visitando as obras do plano de expansão da cidade americana.

Agência Estado |

Dentre os destaques, eles apontam que podem ser importadas algumas técnicas de escavação de rochas de difícil perfuração, além da forma como as estações já prontas são administradas.

O metrô de Nova York tem 464 estações e eles conseguem administrar todas de uma maneira eficiente e integrada. Esse é um dos exemplos de boas práticas que podemos importar para o nosso metrô, diz Portella, que terá encontros com autoridades metropolitanas americanas ao longo desta semana e por isso espera aumentar o número de experiências positivas que pretende trazer para o Brasil.

Assim como o metrô paulistano, o de Nova York está passando por um processo para aumentar seu tamanho depois de décadas de estagnação. A rede da metrópole americana já é extensa - mil quilômetros - e por isso a expansão está sendo feita para criar linhas alternativas para os usuários e também para os serviços de manutenção do sistema. Quando um trem quebra, por exemplo, a rota dos demais poderá ser desviada.

Os dois processos são considerados semelhantes, pois envolvem expansão das linhas, investimento em novos trens e a manutenção das estações. Nos Estados Unidos, o investimento foi de US$ 14 bilhões, enquanto que a expansão do metrô paulistano vai consumir R$ 20 bilhões. Infelizmente, nós não temos o investimento federal que Nova York tem. Praticamente todos os recursos partiram do governo do Estado, diz Portella. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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