O motorista desatento que circula pela capital paulista corre o risco de cair em uma pegadinha. Apesar de a nova legislação condenar radares escondidos, há pelo menos seis nessa condição em São Paulo: três na Marginal do Tietê, um local com dois aparelhos na Avenida Salim Farah Maluf, outro ponto com dois equipamentos na Rua Sena Madureira e um radar na Avenida 23 de Maio.

A determinação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que veda a prática, seja intencional (com motivos arrecadatórios) ou não, já está em vigor há um ano. A resolução 214, de maio de 2007, fixa claramente que os equipamentos eletrônicos de fiscalização de velocidade no trânsito devem ter estudos técnicos que justifiquem sua instalação, estar plenamente visíveis aos motoristas e contar com sinalização que indique sua presença.

Segundo a CET, esses locais eram clareiras quando os radares foram instalados há dez anos, mas as árvores próximas esconderam os equipamentos. Hoje, a capital conta com 40 radares fixos nas ruas. Em fase de testes figuram outros 175 equipamentos fixos e 26 móveis, que devem ficar operacionais este mês. Com os novos radares, a Prefeitura registrou crescimento de 17% na arrecadação com multas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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