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Menos vagas para parar em Pinheiros

A Secretaria Municipal dos Transportes (SMT) anunciou ontem mudanças nas regras de estacionamento em Pinheiros, na zona oeste, e em Moema e na Vila Olímpia, na zona sul, na tentativa de dar mais fluidez ao trânsito de São Paulo. As medidas são parecidas com as adotadas no quadrilátero dos Jardins no dia 4, quando foram extintas 500 vagas de Zona Azul e o estacionamento foi proibido em tempo integral em 15 vias.

Agência Estado |

Desta vez, no entanto, os esforços se concentraram em aumentar os horários de proibição para deixar as vias livres, principalmente nos picos de trânsito. No total, 11 vias serão afetadas com as novas regras, que passarão a valer já na segunda-feira.

Em Pinheiros, as mudanças vão atingir as Ruas Teodoro Sampaio e Cardeal Arcoverde e a Avenida Henrique Schaumann. As principais mudanças serão na Teodoro, que praticamente não terá mais estacionamentos do lado esquerdo - no lado direito, a parada já era proibida, pois ali há um corredor de ônibus. Em vez de extinguir Zona Azul, como ocorreu nos Jardins, a SMT vai promover mudanças nos horários, tornando proibido estacionar nos horários de pico da manhã, das 7 às 10 horas. Em alguns pontos dessas áreas, será proibido parar das 6 às 21 horas.

As mesmas medidas serão tomadas nas outras duas vias da região. Na Henrique Schaumann, no entanto, as restrições para o estacionamento estão concentradas nos horários de pico da noite, para deixar as vias livres das 17 às 21 horas. As áreas destinadas para carga e descarga de caminhões serão desativadas na Teodoro e na Cardeal Arcoverde.

Na Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, está a maior parte das vias modificadas. Para compensar as alterações, serão criadas vagas de Zona Azul na Rua Senegâmbia. Essas servirão para compensar a extinção de vagas e as proibições nos arredores da Rua Funchal.

De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), as novas mudanças só foram implementadas após a realização de estudos que constataram a necessidade de expansão dos espaços para circulação de veículos e a capacidade do novo arranjo de absorver a demandas por vagas nas regiões afetadas. Segundo os técnicos, também havia ociosidade no uso das vagas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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