Menos da metade dos juízes ameaçados tem escolta, segundo CNJ

Apenas 42 magistrados, dos pelo menos 100 ameaçados, têm segurança pessoal

Agência Brasil |

Dos pelo menos 100 juízes ameaçados de morte no Brasil, 42 têm escoltas. A informação é do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com base em dados parciais repassados pelos tribunais de Justiça. O Paraná lidera o levantamento com 30 juízes ameaçados, seguido do Rio de Janeiro com 13.

Anteriormente, a corregedora do CNJ, ministra Eliana Calmon, havia informado o número de 87 juízes ameaçados , registro que não incluía os dados dos Estados de São Paulo e Minas Gerais.

De acordo com o CNJ, a juíza Patrícia Lourival Acioli não estava na lista enviada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro ao conselho com os nomes de 13 magistrados ameaçados no Estado.

A juíza criminal foi morta com 21 tiros na porta da casa onde morava no município de Niterói, Região Metropolitana do Rio, no final da noite de quinta-feira (11). Patrícia Acioli era titular da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, também na Região Metropolitana. Nos últimos dez anos, ela foi responsável pela prisão de cerca de 60 policiais militares ligados a grupos de extermínio.

Assista ao vídeo sobre o assassinato da juíza:

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Juíza é morta a tiros em Niterói, no Rio

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