Um dos acusados do assassinato do menino João Hélio, em fevereiro de 2007, o jovem E. está sob custódia da Justiça do Rio, que decidirá amanhã sobre a permanência dele no Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM).

A audiência acontecerá na 2ª Vara da Infância e da Juventude.

Ontem, o Ministério Público do Rio entrou com um pedido de anulação da inclusão no programa. As promotoras chegaram a afirmar que o rapaz estava em destino "incerto ou não sabido". No mesmo dia, o juiz Marcius da Costa Ferreira adiou a audiência. O magistrado pediu mais tempo para analisar a inclusão do rapaz no programa de proteção.

E. era menor na época da morte de João Hélio e cumpriu três anos de medida socioeducativa. Acompanhado por três comparsas maiores de idade, ele abordou o Corsa Sedan dirigido pela mãe de João Hélio. O grupo anunciou o assalto e impediu que a mulher retirasse a criança do carro. O então adolescente fechou a porta e deixou João Hélio pendurado pelo cinto de segurança. O menino foi arrastado por seis quilômetros e morreu.

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