O garoto Danilo de Souza Oliveira, de 9 anos, foi morto hoje no campus 2 da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), em Presidente Prudente (SP). Danilo recebeu uma facada no tórax e, segundo o Corpo de Bombeiros, teve uma parada cardiorrespiratória.

Ele saiu mais cedo da escola e, ao entrar em casa, foi atacado por um desconhecido. Danilo estava caído no chão quando foi encontrado pelo pai, o encanador Gilberto Alves de Oliveira. Socorrido pelo resgate dos bombeiros, o menino foi levado para o Hospital Universitário (HU), mas estava morto quando deu entrada no estabelecimento.

Em estado de choque, o encanador ainda não foi ouvido pela polícia, que investiga a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte) e tem um suspeito. "Um homem foi visto nas proximidades e, após o crime, também foi visto trocando de roupa em outro local perto da universidade", afirmou o cabo da Polícia Militar (PM) Antônio de Farias.

Outros suspeitos também estão na mira da polícia. "Além desse suspeito, outras pessoas estão sendo investigadas", acrescentou. Até a noite de hoje, carros da PM e da Polícia Civil continuavam na Unoeste. Segundo Farias, o assassinato está cercado de mistérios. "Não deixa de ser misterioso. Ainda não terminamos o trabalho no local", disse. O encanador e a mulher dele, cujo nome não foi revelado, estão abalados e só deverão ser ouvidos amanhã. "Eles estão muito abalados. Por enquanto, não dá para ouvi-los", segundo o cabo.

Além de latrocínio, a polícia investigará outros motivos para o assassinato. "Pode ser latrocínio, pode ser uma rixa antiga entre o pai do menino e outro homem. Tudo será avaliado e investigado", disse. A família de Danilo mora num apartamento da Unoeste localizado no interior da universidade. O encanador prestaria serviços à universidade e, por isso, teria o direito de morar com a família num imóvel funcional no campus 2, onde se concentram as faculdades mais importantes da Unoeste.

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