Mendes é vítima em caso do comércio de bilhetes aéreos, diz comissão de sindicância

BRASÍLIA - A comissão de sindicância da Câmara para apurar o comércio de bilhetes aéreos concluiu que três funcionários de dois gabinetes da Casa atuaram de forma que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, viajasse de avião com a esposa com dinheiro público. Apesar disso, ele pagou pela viagem, como mostrou o Congresso em Foco, com exclusividade em 16 de abril.

Congresso em Foco |


De acordo com o relatório, o dinheiro público só bancou uma passagem de Mendes graças à atuação dos agentes de viagens Vagdar Fortunato Ferreira e Suelma Dias dos Santos. Segundo o Congresso em Foco apurou, Vagdar foi indiciado pela Polícia Legislativa da Câmara ao menos uma vez. Este ano, uma mensagem eletrônica dele é investigada em um novo inquérito policial sobre comércio de bilhetes aéreos.

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