BRASÍLIA - O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, general Jorge Félix, disse que a melhor tecnologia anti-grampo, a única realmente eficaz, é não abrir a boca. De acordo com ele, para fugir do grampo é preciso evitar o uso da telefonia, um dos mecanismos mais vulneráveis. Mas, devido aos avanços tecnológicos, nem mesmo as conversas com portas fechadas estão seguras. Acompanhe ao lado.

"Existem equipamentos hoje que colocam infra-vermelho na vidraça das nossas salas de trabalho. Com a vibração da voz capta-se tudo aquilo que está sendo falado. Hoje é muito difícil ter absoluta certeza de que não se está sendo monitorado de alguma forma", disse.

Félix destacou que os aparelhos de celular são um dos meios de comunicação mais vulneráveis. "O celular é um rádio, que transmite a uma estação e vai passando para outra", podendo ser captada a qualquer momento.

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