O oftalmologista especializado em retina e presidente do Hospital de Olhos de São Paulo (HOSP), Jorge Mitre, chama a atenção para a maior incidência da conjuntivite alérgica no inverno, cujos sintomas são uma sensação como se algo estivesse arranhando o olho, um certo incômodo com a claridade, além de o olho também poder ficar lacrimejando. A conjuntivite alérgica não é contagiosa, já que, como o nome sugere, é uma alergia e pode se desenvolver dependendo do organismo de cada um.

Ela também é diferente da conjuntivite bacteriana, que provoca uma secreção amarelada no olho.

Para evitar a conjuntivite alérgica, Mitre diz que é necessário identificar o agente causador e não ter contato com ele. Alguns desses agentes causadores, nesse caso, são os ácaros - presentes nas cortinas, carpetes, travesseiros. Por isso é recomendável sempre ventilar bem a casa e deixar entrar luz solar. Mas os agentes causadores também podem ser algum poluente no ar, o pólen das flores, ou os pelos de animais, basicamente os domésticos, como cachorro e gato.

AE

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