Médico é condenado por atentado ao pudor no Mato Grosso

SÃO PAULO - Um médico da cidade de Água Boa, a cerca de 730 quilômetros de Cuiabá, capital do Mato Grosso, foi condenado por atentado ao pudor contra uma paciente. Ele deve cumprir pena de um ano e sete meses de reclusão ou pagar 50 salários mínimos à vítima e prestar serviços à sociedade.

Redação |

De acordo com o Tribunal de Justiça (TJ) do Estado, a vítima teria procurado o médico para realizar uma consulta e, após entrar no consultório, teria sido questionada sobre o problema e seu relacionamento com o marido. O médico teria ainda trancado a porta do local e dito palavras de baixo calão.

Ainda segundo o TJ, a vítima teria relatado que, ao examiná-la, o médico teria passado a mão em seu seio de jeito muito diferente do exame de mama e em outras partes íntimas da mulher. Pelo que apurou a polícia, o caso não era isolado.

O médico se defendeu dizendo que não poderia ser condenado tendo contra si somente indícios e que a vítima teria "problemas psicológicos". Ele negou as acusações de outras pessoas.

Apesar disto, a juíza Graciema Ribeiro de Caravellas declarou o réu como condenado. Ela argumentou, em sua decisão, que havia coerência no depoimento da vítima e as outras mulheres que fizeram denúnicia não se conheciam.

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