Médico de Michael é alvo de investigação por possível homicídio

Los Angeles (EUA), 23 jul (EFE).- Conrad Murray, médico pessoal de Michael Jackson, foi identificado hoje como objeto da investigação policial sobre um possível homicídio involuntário relacionado com a morte do cantor, informou o diário Los Angeles Times.

EFE |

Segundo documentos oficiais apresentados em uma corte de Houston (Texas), membros do departamento antidrogas (DEA) e detetives da Polícia de Los Angeles revistaram na quarta-feira o escritório de Murray na busca de "artigos que constituam evidências de um possível homicídio involuntário e que mostrem que Conrad Murray cometeu o dito crime".

Entre os objetos apreendidos se encontram dois discos rígidos de computador, cartas a um ex-empregado e documentos relacionados com suas práticas.

O "Los Angeles Times" também informou hoje que os executivos que gerem os bens de Michael solicitaram a um juiz uma série de ajudas econômicas para os três filhos do cantor e sua mãe.

O pedido foi apresentado na quinta-feira de manhã através de Paul Gordon Hoffman, advogado de John Branca e John McClain, nomeados por Michael em sua última vontade como responsáveis por sua herança.

O juiz Mitchell Beckloff lhes concedeu o controle legal sobre o patrimônio deixado por Michael, avaliado em US$ 500 milhões.

Hoffman anunciou que o pedido, no qual não se especificou quantias destinadas às crianças nem à mãe do artista, será considerado pelo juiz no próximo dia 3 de agosto.

Katherine Jackson, mãe do cantor, tem a custódia temporária dos três filhos do artista: Michael Joseph Jr., de 12 anos (Prince Michael), Paris Michael Katherine, de 11 anos, e Prince Michael II, de 7 anos.

Tanto a mãe de Michael Jackson como os três filhos do cantor são os principais beneficiados do legado do artista.

Por enquanto, porém, a retirada de fundos requer uma aprovação judicial, pelo menos até 3 de agosto, data em que acontecerá uma audiência cujo objetivo será resolver quem terá o controle permanente e de que maneira será exercida essa autoridade sobre os bens de Michael. EFE mg/rr

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