Márcio Fortes diz que não sofre pressão para deixar ministério

BRASÍLIA - O ministro das Cidades, Márcio Fortes, negou nesta quinta-feira que esteja sofrendo pressão política para deixar o cargo. No último dia 20, a Polícia Federal (PF) desarticulou uma quadrilha que desviava recursos repassados pela União e que eram destinados a custear obras de saneamento e habitação inscritas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Entre as pessoas presas estão três funcionários de sua confiança.

Carollina Andrade - Último Segundo/Santafé Idéias |

Não tem pressão política, por que teria? Nós já exoneramos as pessoas envolvidas. Não há nenhuma manifestação contra ministro, eu não estou envolvido em nenhuma denúncia, nada. A denúncia foi contra os funcionários devidamente identificados pela Polícia Federal, ressaltou. 

Para o ministro, as prisões dos funcionários fazem parte do problema do mandado de busca e apreensão da Polícia Federal". Entre os envolvidos está o assessor da Secretaria de Saneamento, Luiz Cláudio Vasconcelos, o funcionário da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Alexandre Isaac Freire, além do funcionário da Secretaria do Tesouro Nacional, Otávio Augusto Alves Jardim. 

Questionado sobre se o ministério faria um pente-fino sobre os contratos em vigor com os municípios, Fortes ressaltou que não cabe ao ministério das Cidades fazer um pente-fino sobre os contratos, mas sim a Caixa Econômica Federal (CEF). Os contratos são da caixa e, por isso, ela [a Caixa] está fazendo a fiscalização. Eu não tenho convênios com as prefeituras, quem tem é a Caixa, comentou.

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