Marcelo Camelo faz primeiro show solo no Rio no Tim Festival

Redação Central - Em seu primeiro show no Rio de Janeiro após sair em carreira solo, o cantor e compositor Marcelo Camelo fez uma apresentação irregular no palco Bossa Mod no terceiro e último dia do Tim Festival, que aconteceu na Marina da Glória.

EFE |

Tocando músicas de seu álbum "Sou" e de "4", o último lançado quando ainda fazia parte do Los Hermanos antes de o grupo anunciar um recesso temporário, Camelo oscilou entre a empolgação da platéia, em músicas mais animadas como "Tudo Passa" e "Morena", e a dispersão, em baladas como "Menina bordada". Porém, é inegável que o cantor é carismático e sabe mesclar muito bem os instrumentos disponíveis pela banda que o acompanha, Hurtmold, assim como pelo trompetista Rob Mazurek.

Em um show de 14 músicas e uma apresentação instrumental com a banda, Camelo soube misturar canções empolgantes com outras mais românticas, levando o público em uma viagem semelhante à de uma montanha russa, e que começou com "Passeando", seguida de "Téo e a Gaivota", dando uma idéia ao público do que o esperava.

"Tudo passa" e "Menina bordada" foram cantadas a plenos pulmões pelos fãs, e o músico se aproveitou disso e emendou em "Mais tarde" e "Janta".

A partir daí começou um flerte com baladas românticas, com "Doce Solidão" e "Pois é", que continuou com "Liberdade", para depois arrebatar novamente o público com "Morena", de uma batida gostosa.

"Saudade" encerrou essa etapa e foi seguida da apresentação da Hurtmold e de Rob Mazurek com Camelo, a qual boa parte da platéia demorou a entender como a continuação do show, já que parecia que o cantor estava afinando sua guitarra e que seus demais companheiros o ajudam a entreter os fãs enquanto isso. Como resultado, algumas pessoas se levantaram para ir embora, enquanto outras esperavam para ver o que sairia dessa atuação.

A apresentação foi retomada com "Vida Doce", seguida da despedida do cantor, que, no entanto, não encerrou o show de vez, e aproveitou para dar um clima de carnaval ao palco 3 com "Copa Cabana", que fez o público dançar, pular e cantar como se não houvesse enquanto espera a atuação do músico em dezembro, no Canecão (RJ).

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