BRASÍLIA, 4 de maio (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estimou nesta terça-feira que as transações correntes do país terão déficit ao redor de 2 por cento do PIB este ano, e destacou que o crescimento é a forma mais adequada de melhorar as contas públicas.

Mantega previu déficit de 2,2 a 2,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, mas ponderou que mesmo tendo déficit, "não temos a vulnerabilidade do passado".

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BRASÍLIA, 4 de maio (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estimou nesta terça-feira que as transações correntes do país terão déficit ao redor de 2 por cento do PIB este ano, e destacou que o crescimento é a forma mais adequada de melhorar as contas públicas.

Mantega previu déficit de 2,2 a 2,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, mas ponderou que mesmo tendo déficit, "não temos a vulnerabilidade do passado".

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Mantega prevê déficit em conta corrente de 2,2% a 2,3% no ano

BRASÍLIA, 4 de maio (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estimou nesta terça-feira que as transações correntes do país terão déficit ao redor de 2 por cento do PIB este ano, e destacou que o crescimento é a forma mais adequada de melhorar as contas públicas.

Mantega previu déficit de 2,2 a 2,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, mas ponderou que mesmo tendo déficit, "não temos a vulnerabilidade do passado".

Reuters |

BRASÍLIA, 4 de maio (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estimou nesta terça-feira que as transações correntes do país terão déficit ao redor de 2 por cento do PIB este ano, e destacou que o crescimento é a forma mais adequada de melhorar as contas públicas.

Mantega previu déficit de 2,2 a 2,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, mas ponderou que mesmo tendo déficit, "não temos a vulnerabilidade do passado".

Durante seminário em comemoração dos 10 anos da Lei de Responsabilidade Fiscal, ele afirmou ainda que "o crescimento econômico é a melhor maneira de melhorar as contas públicas porque você aumenta a arrecadação (de impostos e tributos) sem prejudicar a economia".

Mas o ministro reforçou que o governo tem como objetivo alcançar superávit primário de 3,3 por cento em 2010 e destacou que "o grande desafio é conseguir superávit nominal", o que ele calcula que será alcançado "em breve."

De acordo com Mantega, na contramão dos países desenvolvidos, o Brasil continuará reduzindo sua dívida pública neste período de recuperação econômica.

Mantega, contudo, avaliou que juros muito altos têm impacto sobre o déficit fiscal.

(Reportagem de Isabel Versiani)

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